Vou estrada fora
vejo ao longe muitas luzes
que me fazem pensar
Ligo o rádio na tua onda
mas o modo faz-me parar
Sigo as luzes vermelhas
vou sempre a sonhar
Sonho contigo
penso apenas em ti
mas o medo faz-me acordar
sigo a estrada
ponho-me a andar
cresce mais tempo
brilha-me mais o olhar
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Não consigo...
A minha vida caiu no vazio. Não consigo subir as paredes do nada. Sinto-me encurralada. Sinto-me presa. Quero soltar-me destas amarras. Quero sair deste espaço. Mas não consigo.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Deixa-me ir
Não sei o que sentir. Não sei bem o que mais fazer. Ando meio perdida entre o aqui e o ali. Estou com medo. A vida deixou-me aqui parada. Já não sinto nada. Deixa-me ir. Não quero ficar pregada ao chão. Não quero ser mais uma. Não quero não. Continuo a não saber o que quero. Nem o que não quero. Continuo a não sentir. Deixa-me ir...
quarta-feira, 19 de março de 2008
"Para bom entendedor meia palavra basta"
Neste momento já não me interessa saber o porquê da tua ausência. Nem saber porque é que não respondes às minhas mensagens, nem aos meus telefonemas. Também já nem me importa que outra esteja na tua ideia. Já não me vou questionar sobre o porquê desta situação e o que terei feito de mal.
Vou só lembrar-me daquilo que posso, que quero, que sou...
Sem ti, posso ser maior, bem melhor, posso ser mais eu.
Não vou correr atrás, não vou gritar, não vou espernear, enfim...não vou procurar-te mais.
Como diz o ditado "para bom entendedor meia palavra basta".
Vou só lembrar-me daquilo que posso, que quero, que sou...
Sem ti, posso ser maior, bem melhor, posso ser mais eu.
Não vou correr atrás, não vou gritar, não vou espernear, enfim...não vou procurar-te mais.
Como diz o ditado "para bom entendedor meia palavra basta".
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
LILIPUTIANO
Tentaste telefonar-me durante todo o fim-de-semana. Apesar do número não identificado, sabia que eras tu mas não compreendia o que ainda teríamos para dizer um ao outro. Ou melhor, o que ainda terias para dizer-me. Pensei em inúmeras situações, mas principalmente imaginei que querias estar comigo (erro meu pensar tal coisa).
Na segunda-feira, depois de tantas tentativas, e com a desculpa de que poderia ser algo realmente importante, atendi a tua chamada.
A tua voz ressoou na minha cabeça como o som de mil trompetas. Fui acordada para a vida, fui despertada do meu sonho. Já não te conheço. Aquilo que vivemos passou-te completamente ao lado. Já não sei quem é aquela pessoa com quem estive a falar 1o minutos de coisas tão absolutamente suas que fazem com que me sinta a pior das mulheres.
Tu não me fazes bem.
Criaste no meu imaginário uma figura linda de mulher e deitaste tudo a perder com a tua altivez, com a tua ambição, enfim, com a tua indiferença. Ao contrário do que possas pensar nós não somos amigos, nunca fomos, nem nunca iremos ser. Os amigos querem-se bem, fazem bem, sabem bem. E tu, meu caro, serás a partir deste momento mais do que um inimigo. Serás algo para me lembrar o quão importante eu sou e o quão liliputiano tu és...
Na segunda-feira, depois de tantas tentativas, e com a desculpa de que poderia ser algo realmente importante, atendi a tua chamada.
A tua voz ressoou na minha cabeça como o som de mil trompetas. Fui acordada para a vida, fui despertada do meu sonho. Já não te conheço. Aquilo que vivemos passou-te completamente ao lado. Já não sei quem é aquela pessoa com quem estive a falar 1o minutos de coisas tão absolutamente suas que fazem com que me sinta a pior das mulheres.
Tu não me fazes bem.
Criaste no meu imaginário uma figura linda de mulher e deitaste tudo a perder com a tua altivez, com a tua ambição, enfim, com a tua indiferença. Ao contrário do que possas pensar nós não somos amigos, nunca fomos, nem nunca iremos ser. Os amigos querem-se bem, fazem bem, sabem bem. E tu, meu caro, serás a partir deste momento mais do que um inimigo. Serás algo para me lembrar o quão importante eu sou e o quão liliputiano tu és...
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Meu amor
"Não existirei sem ti", dizes-me tu em voz doce quase cantada de tão melodiosa que soa. Mas tu não sabes o que dizes. A tua existência não faz de mim um Deus, nem decidirá a tua presença na Terra. Somos apenas dois seres humanos. Não tenho o dom da ubiquidade, nem sou sibila, não faço feitiços, nem sou fada. A tua vida nunca dependerá da minha só porque nos amamos. Amor é dividir, é contribuir com algo para o outro, é na partilha e na entrega que somos maiores, que existimos. E assim somos tão grandes...meu amor...
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